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Numa era onde cada vez se sabe menos a importância das pessoas e se dá mais valor a um ecrã ou imagem, onde o retrocesso começa a avançar mais rápido que o progresso, onde o consumo se transforma em cansaço e a produção em exaustão e a incerteza ganha cada vez mais espaço, é tempo de gritar!
Que Pesadelo! é como tentar acordar de um, mas é apenas uma comédia!
O segundo disco de As Docinhas revela a necessidade que as mesmas têm em juntar toda a gente no mesmo sítio, continuando a propor um espaço para quem se quiser expressar ou libertar, seja dos outros seja das suas próprias certezas.
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Tomem fôlego: Alberto Garcia (Mler Ife Dada, Rádio Macau, V12), Anabela Duarte (Mler Ife Dada e Bye Bye Lolita Gir), Paulo Neto (Essa Entente, K4 Quadrado Azul, Café Bagdad), Rui Fingers (V12), Carlos Zíngaro, José Valor (Bastardos do Cardeal, Centro De Pesquisas Ruído Branco, Lucretia Divina, Major Alvega), Rui Grazina, Manuel Machado (Essa Entente, Sitiados), José Kafka (V12), Rini Luyks (Lucretia Divina, Boris Ex Machina), Ricardo Machado, Pedro Barrento (Zona Proibida), Rui Mofreita, Zé Nabo (Objectivo, Os Ekos, Salada de Frutas), Fernando Velez, José Carrapato e, claro, Farinha Master (alter-ego de Carlos Cordeiro), são os nomes que foram dando corpo a OCASO ÉPICO, um dos coletivos mais delirantes e difíceis de etiquetar que existiu no panorama musical português entre 1981 e 1995.
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E eis que ao fim de 20 anos de actividade e 10 discos editados, o portuense Francisco Silva dá por finalizado este projecto com um 11º disco a ser distribuído gratuitamente nos concertos do novo projecto, The June Carriers.
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Formados no meio de uma pandemia global em 2020, Black Hill Cove não se curva a ninguém nem a nada.
Com uma fusão única e inovadora de groove, thrash moderno, hardcore e death metal, Black Hill Cove oferece riffs brutais combinados com composições cuidadosamente elaboradas.
O álbum de estreia da banda portuguesa, “Broken”, lançado pela Raging Planet Records em novembro de 2021, recebeu ótimas críticas internacionalmente e foi escolhido como Álbum do Mês nos Caminhos Metálicos em meio de forte concorrência e figurou em diversas listas de álbuns de topo de 2021.
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Quantas vezes deixamos de seguir aquela linha de serenidade que nos mantém no controlo?
Quantas vezes nos desviamos dessa linha e assumimos papéis nos quais não nos revemos mas que poderão fazer parte de nós?
Nem sempre a vida nos guia por estradas belas e alcatroadas e, quando encontramos buracos, cactos ou até seres errantes, podemos perder o poder de que temos sobre a nossa essência mais serena. No entanto, mesmo nestas alturas, temos sempre a música! A música que, para além de caminhar sempre ao nosso lado, nos ajuda a combater a toxicidade da vida com boas vibrações.
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Dois amigos, duas linhas sonoras, duas curtas, um convite e um disco. Um disco country com muito western que acompanha duas curtas metragens de Charlie Chaplin. Um disco que os amantes de cinema e deste estilo musical não podem perder e ao qual se vão viciar rapidamente!
No álbum The Immigrant & The Vagabond, Pedro Renato (Belle Chase Hotel) e John Mercy (a Jigsaw), criaram a banda sonora de dois dos filmes mais icónicos de Charles Chaplin – The Immigrant de 1917 e The Vagabond de 1916.
Ler mais: John Mercy and Pedro Renato - "The Immigrant & The Vagabond"
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De St. Petersburg, Flória, à Aldeia de Paio Pires, Seixal, a distância está num click ou num CD. Sonoridades electrónicas com raízes no industrial, chegam à Anti-Demos Cracia vindas dos EUA pelo projecto de Luís Van Seixas, Sci Fi Industries, que está no activo desde 1997.
Já com algumas colaborações na ADC, surge agora com um álbum próprio. A edição, limitada a 100 exemplares, no formato CD-Digipack, é uma parceria da ADC com a THISCO.
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Imaginem a combinação de sabores e texturas que pode resultar entre o power pop e o mod revival. Imaginem agora o ritmo e toda a exuberância de melodias que se pode absorver deste resultado.
Pois é, o resultado desta fusão existe e podem senti-lo no SPLIT The Pages - A New Scene / The Neuras - The Neuras.
Os The Pages nasceram em fevereiro de 2023 e foram inicialmente pensados para homenagear os Secret Affair, criando para o efeito um estilo dentro do conceito Mod Revival/Power Pop.
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Formado em Guimarães como projecto solitário de Paulo Coimbra Martins, decorriam os idos de 1997, já assentava as suas raízes mais profundas nos Outubro Negro (cujo nome quer significar, basicamente, o mesmo), lavor por ele magicado em 1991 (e em que se ocupava de guitarras, textos, baixo, percussões, rababa e o que mais fosse necessário ou estivesse disponível - integrante de mil-e-um projectos, entre os quais de podem destacar os Anomeos, Restos Mortais de Isabel e Archétypo 120), e João Madureira (dos Sobrinhos do Tio Nelson, que, infelizmente, faleceu, demasiado cedo, devido a um doença dos ossos, e a quem o autor aproveita a oportunidade para apresentar uma sentida homenagem - guitarras e baixo), com a pretensão de, através desta nova etapa, agregar e conciliar todos os temas por ele criados nos mais diversificados projectos: os já citados Outubro Negro, os Tenebre & Delirio, The Death of Me, Dahlila Noire, At Twilight, Spiral Rain Dance...
Ler mais: Oktober Black - "The Myth Of The Twenty-First Century"
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A vida na cidade. A nossa, a deles, a que foi nossa, a que não pára. Os extremos, os contrastes, a ganância e a desigualdade. O amor, a droga, o caos e a perdição. Tudo isto cresce, morre, renasce e gira à nossa volta. Street Hotel é o segundo disco de Peter Suede. Um disco mais maduro, limado e coerente. Mantendo a essência rock que o caracteriza, envolve as canções em composições harmoniosas e cruas.
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A vida como ela é sem ilusões nem artifícios mas sempre com a vontade genuína de que ela seja melhor. O mundo feroz e voraz que quase nos engole sem mastigar diariamente e a revelação de que o podemos viver de forma elegante e bela. O coração a gritar com a cabeça, a cabeça a berrar com o coração naquela forma poética e romântica que revela que estamos a explodir num turbilhão de sentidos e sentimentos que vivemos sempre de todas as maneiras.
Ler mais: Vitoria & The Kalashnicoles - "Sentimental Machine Gun"


































