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"O Anticiclone 2025" surge da necessidade de marcar uma posição e afirmar o valor e a existência do trabalho dos músicos açorianos num mundo competitivo e cada vez mais labiríntico, especialmente para quem procura visibilidade através das vias digitais.
2025 foi um ano muito produtivo para os músicos açorianos e, de entre singles e videoclipes a lançamentos de álbuns e EPs nas redes sociais, a Basalto Cultural Associação de Artes idealizou este projeto, reunindo e compilando muitos destes temas num registo físico em formato CD.
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idiosslNcrasias é uma edição da ANTI-DEMOS-CRACIA (ADC RECORDS), especial de coleção em formato CD-Digipack, limitada a apenas 40 exemplares numerados.
Este é o Vol. 4 desta série, um split repartido entre os projetos Lisboa Negra e Spreader. De um lado, Lisboa Negra deambula por territórios habitados por figuras como Bukowski, Cave, Brel, Bowie, Sade, Woody Allen, Cohen, Depeche Mode e até Amália. Do outro, os Spreader percorrem ambientes mais electrónicos e industriais e focam-se no pulso mecânico e na urgência humana, criando um espaço onde o experimentalismo e a intensidade convivem lado a lado.
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Nos anos 80/90 os JOÃO C. BOM foram uma banda do panorama nacional do “rock português” que editou 2 álbuns de originais (“João C. Bom” em 1989 pela EMI – Valentim de Carvalho e “À Margem da Lei” em 1994, pela Numérica).
O nome JOÃO C. BOM representa um “aportuguesamento” do tema que muitos consideram a génese do Rock’N’Roll, o icónico Johnny B. Goode de Chuck Berry, e foi o nome de batismo escolhido para a banda, pelo “padrinho” e produtor do 1º álbum - Rui Veloso.
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O mundo das “covers” em Portugal celebra um novo capítulo com o lançamento do CD “Cover de Bruxelas Sessions, Volume 2”, editado a 6 de Março. O disco reúne cinco artistas — John Mercy, From Atomic, Surma, Corsage e Paul Oak — que reinterpretam clássicos do rock, pop e indie, oferecendo novas camadas de significado a temas que atravessam gerações. O single de apresentação é a eletrizante versão de “My Friend Jack”, de Paul Oak, originalmente dos britânicos The Smoke.
Ler mais: Colectânea "Cover de Bruxelas - Sessions Volume II"
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" f f f " é um disco de intensidade máxima — um retrato sonoro de sensações extremas, de vida levada ao limite e de música tocada com a força total que a palavra fortíssimo sugere.
Spreader é uma banda nascida da convergência entre pulsos mecânicos e a urgência humana, e assume-se como um território onde o experimentalismo e a intensidade convivem lado a lado.
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Quatro anos de luta, um manifesto de sobrevivência sonora.
A resistência pode ser uma força que se mantém firme ou uma defesa contra o ataque. É um modo de oposição à opressão e repressão. Nos tempos que correm é urgente resistir e lutar pela liberdade que ainda nos resta.
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Seguindo o conceito de colecção, este novo capítulo apresenta-se num formato split entre a Orquestra Popular de Paio Pires (OPPP) e os Dub Station.
Ambos os projectos são naturais do concelho do Seixal e já colaboraram anteriormente com a ADC, mas estreiam-se agora no formato CD.
A OPPP continua a destacar-se pela sua irreverência, lembrando marcos como o projecto de 2012 (um EP mensal durante um ano) ou o recente álbum em usb, "150 A Morte do Borrego", com mais de 8 horas de duração.
Por sua vez, os Dub Station regressam após o seu álbum homónimo de 2010.
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Jardim do Enforcado, a banda lendária dos anos 80, considerada a primeira banda de Deathrock em Portugal, volta a brindar os fãs desta vez com o segundo lançamento em CD.
A Pós-80's orgulha-se de apresentar "Onde Caixões Brotam como Flores ao vivo no RRV, 18 maio '89", o registo do mítico concerto de homenagem, 9 anos após a morte de Ian Curtis (Joy Division). O CD inclui um booklet de 20 páginas com imagens e um texto de Luís Futre.
Ler mais: Jardim do Enforcado - "Onde Caixões Brotam como Flores ao vivo no RRV, 18 maio '89"
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É a dualidade que nos vai moldando e ensinando que existe sempre o outro lado de tudo.
Das experiências, dos sentimentos, dos objetos, do bom, do mau, do feio, do belo, do breu e da luz.
O verão que tende a ser repleto de luz, calor e alegria, tem, de igual modo, o frio e uma sensação de tristeza melancólica. As dualidades e os opostos revelam-nos que pode ser tudo mais emocionante e menos aborrecido.
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Hȧ vȧrias dfinições de inferno: enquanto lugar fisico imaginȧrio e enquanto lugar mental (imaginȧrio, tambėm, pois o que conhecemos de inferno serão sempre conceitos e nunca uma realidade cancreta). GEHENNA poderȧ ser mais um dos nomes que o inferno pode ter. O inferno como local fisico de punição e/ou purificação. É, também, o nome do primeiro disco de Fjords. Não porque nos remeta para um possivel inferno, mas porque aborda o percurso interno de chegar lá, ficar lá e sair.
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O projeto Principia Parallax de Jaime Salvadinho é universal e reúne músicos de várias partes do mundo. É um encontro de culturas onde a música atua como linguagem comum, quebrando fronteiras e unindo tempos e espaços.
Com uma diversidade geográfica notável, os instrumentistas injetam uma riqueza única no álbum "Tremal Naik". O resultado é uma combinação de experiências e influências que celebra a arte na sua dimensão mais global.


































