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Os SPRAY surgiram em 1997. Embora possam soar a banda, são na verdade uma criação de João Paulo Das Neves, responsável pelas músicas, letras, vozes e todos os instrumentos.
Cosmopolita, o seu trabalho conta ainda com vários colaboradores, como Rui Reininho, Paulo Costa, Peixe, Paulo Praça, Joana Carvalho e Gil De Netto, todos com contributos significativos para os resultados finais.
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A sociedade, o cansaço, os cordeiros, a manipulação e o caminho fácil assomam-se diariamente diante de nós, numa escala que vai aumentando de dia para dia, de ano para ano.
Podemos voltar à infância e questionar o porquê, mas será mais uma das respostas que não obtivemos em criança pois não há explicação possível que justifique a vontade do ser humano se tornar cada vez menos humano.
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Projecto português, oriundo de Odivelas e fundado em meados de 2014 por Carlos Magalhães (Khaos, Lacrima Christ, Kausa e Pátria).
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Editado pela Thisco em Junho 2005, este CD foi composto com colagens e manipulação de samples de ruídos de sonoplastia e breves excertos de obras de Abel Raposo, Autechre, Coil, Big Toxic, Dany Siciliano, David Toop, Dhafer Youssef, Eleinikairandrou, Emílio Buchinho, Expander, Faultline, Hector Zazou, Holger Hiller, Jorge Haro, La Fura Dels Baus, L’Ego, Mariza, Miguel Soares, Nuno Rebelo, Pan Sonic, Rain Tree Crow, Random Inc, Richard Horowitz, Robert Fripp, Scanner, Scriabin, Shchedrin e To Rococo Rot.
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Numa altura em que o mundo está literalmente ao contrário, com guerras, crises e catástrofes, as pessoas revelam o quão difícil é aprender alguma coisa com o passado. O mundo, ao invés de se ir tornando num local melhor com pessoas empáticas e humanas, está a tornar-se em algo monstruoso onde assusta viver.
Ler mais: Victor Torpedo and The Pop Kids - "Fuck The World"
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Depois de terem tocado em diversos palcos do país e de Espanha, feito a primeira parte de bandas como The Outcasts, Menace, The Neuras, The Interrupters e The Fadeaways, os The Pages foram a estúdio.
We Are The Pages! é o álbum de estreia da banda, depois do split álbum de 2024 com a banda sevilhana The Neuras.
Este disco é um disco de afirmação. Mostra a simplicidade, o encanto e o encantamento do Mod Revival conjugado com o Powerpop com leves rasgos de ska punk.
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Dia 30 de Abril de 2025, a editora ANTI-DEMOS-CRACIA volta a surpreender com o lançamento de “150 - A Morte do Borrego”, o novo trabalho da Orquestra Popular de Paio Pires.
Longe das convenções de um álbum tradicional, este projeto desafia as expectativas com um conjunto de 151 músicas.
Ler mais: Orquestra Popular de Paio Pires - "150 A Morte do Borrego"
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FLOATING ASHES
Todos os temas: composição, gravação e mistura por Floating Ashes.
Masterização por Walter Teixeira @ Wavevision (www.wavevision.pt)
KOKORI
Carlos Canau (+ko+ko+) e Marcos Marado (Merankorii)
O tema "Zead is Dead mix" é uma reinterpretação dos Kokori, da música "There Is A Zed", escrita, executada e produzida por Matt Howden (Sieben)
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Depois de uma demo e um EP, "Momentum" é o terceiro longa-duração da banda de death/thrash/groove metal do Grande Porto. É uma edição conjunta Raising Legends / Raging Planet.
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Com Important People, os Democrash ampliam o seu universo distópico e confrontacional, mergulhando mais fundo nas estruturas invisíveis que moldam a nossa percepção de identidade, de valor e de realidade.
Cada faixa é um episódio desse colapso moderno, onde o reconhecimento se torna moeda, o corpo se torna um símbolo e a linguagem é uma armadilha. O single “The Concept of Clothing” despe-nos da pertença e “Important People” questiona o véu do estatuto social, enquanto que o resto do álbum continua esse percurso de desprogramação, entre sistemas manipulados, escolhas impostas e verdades disfarçadas.
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A música não só é uma das nossas melhores amigas, como também nos ajuda a musicar partes da vida. Ajuda a exorcizar, a libertar e, acima de tudo, a sentir.
Violent Feathers não é só o terceiro disco de Spiralist! É uma biografia musicada, carregada de uma carga psicológica e emotiva bastante densas, reveladoras e redentoras.
É preciso cair para nos levantarmos com mais força e é preciso, também, viver na sombra para dar valor ao sol. Sendo que é sempre bom quando nos descobrimos e apercebemos que temos capacidades escondidas que nos podem levar onde pensávamos não conseguir chegar.


































