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Feito de uma mistura fina entre tensão e contemplação, "Slit" é o tema de apresentação do novo álbum de Dear Telephone. A câmara de André Tentúgal revela esta ambivalência, prendendo os músicos em planos duros e estáticos, para logo perseguir os seus olhares entre a névoa de lirismo. Em fundo, como sempre, a cidade - agora, mais perto do que nunca. “Cut” é editado em vinil no dia 27 de Outubro pela PAD e os primeiros concertos confirmados são dias 26 e 27 de Outubro no Theatro Gil Vicente em Barcelos.

"Enquanto estamos aqui, eles estão lá. Reconhecer a existência dos outros é o passo mais essencial para respeitá-los.
Afirmar o interior do país e o meio rural corno uma realidade folclórica, exótica, ligada exclusivamente ao passado, é um insulto. Se existe agora., neste momento, então é presente. Se há quem ande carroça hoje, então hoje também se anda de carroça. Não é possível levar uma vida no passado, acorda-se sempre no dia em que se está. Defender que a realidade do interior não é contemporânea transporta a visão tendenciosa e preconceituosa de que o nosso tempo é intrinsecamente urbano.

Beni Mizrahi é um cantor, compositor, multi instrumentista e produtor barcelense. É um autodidacta desde muito novo, quando aprendeu sozinho a tocar. Depois de um ano na Barklee College of Music em Boston (onde integrou o grau académico da Dean’s List), voltou a Portugal, voltou a Portugal para para produzir e gravar o seu EP de estreia, “The First Howl”, nos estúdios Sá da bandeira, no Porto, juntamente com a sua banda, os Soulblenders. A edição internacional teve lugar a 9 de setembro último.

O novo 'Hoping Something Anything' foi gravado ao longo do ano de 2016 nos Spitfire Audio Studios em Londres, produzido pela própria banda e masterizado por JJ Golden (Rodrigo Amarante, Devendra Banhart, Vetiver) em Ventura, California. Foi editado dia 15 de Setembro pela Last Train Records, editora que Time For T tem em parceria com a banda amiga de Brighton, Common Tongues.

De exercícios filosóficos que se transformam em tratados lançados para o barulho dos nossos dias está o mundo empacotado e a rebentar por todas as costuras que o cosem. Sabe-se - julgo eu que sei - que escolhemos pouco, e que do quase nada que se planeia sobrevem, e suplanta, a aleatoriedade dos acontecimentos. Porém, vestimo-nos, se de sapiência formos ricos, do que vale a pena. O Filipe Monteiro é todo assim e a sua história é feita dos destinos que considerou, a galope da sua gentileza e temperança individuais, cuidar e tomar com devoção e empenho.

Mano a Mano é o duo formado pelos irmãos André e Bruno Santos, dois guitarristas com um vasto percurso musical, maioritariamente no estilo Jazz, onde são considerados dois dos mais importantes músicos a nível nacional. Neste duo, que resulta de uma forte empatia entre os dois irmãos, a escolha de repertório é baseada em originais escritos ou adaptados especificamente para este o duo, e arranjos de canções de autores como Tom Jobim, Chico Buarque, Max, Jim Hall, Irving Berlin ou Thelonious Monk, que os manos foram descobrindo e partilhando ao longo dos anos.

Os Prayers of Sanity são habitualmente associados ao seu som característico assente no thrash rápido da velha escola. Após a edição de dois álbuns bem conseguidos ("Religion Blindness" em 2009 e "Confrontations" em 2012), estes algarvios de Lagos apresentam-se agora com o terceiro longa duração, numa edição da leiriense Rastilho Records.

Grandfather’s House é uma banda de Famalicão/Braga que surge em 2012. Com Tiago Sampaio na guitarra, Rita Sampaio nos sintetizadores e voz e João Costeira na bateria, contam até hoje com mais de 250 concertos dados por todo o país e internacionalmente. Com o seu primeiro EP "Skeleton", editado em 2014, percorrem Portugal na sua promoção. Em 2016, editam o longa-duração, "Slow Move", sendo aclamados pelo público e pela crítica tendo, com este, lançado dois singles “Sweet Love Making” e “My Love”.

A banda, oriunda de Lisboa, surgiu devido à necessidade de agredir verbalmente (com mais ou menos ternura, conforme o caso) certos sectores da nossa sociedade que precisam de um abanão valente.
E sob a forma de música é mais agradável.

Formados em 2003 nos arredores de Lisboa, os For The Glory são um quarteto de harcdore e um dos expoentes máximos do género em Portugal e uma referência europeia. Fieis e entusiasmados desde a primeira hora com o som com que mais se identificam, neste novo "Now And Forever" apresentam-nos o seu quinto longa duração, numa edição para este ano da Rastilho Records. À semelhança dos discos anteriores, este álbum destaca as letras como uma componente fundamental na carreira da banda.

Os Skypho, banda de Albergaria-a-Velha, lançaram recentemente o sucessor do álbum "Same Old Sin". O novo, editado neste 2017, chama-se "Karma-Sutra" e mostra os Skypho a explorar outras vertentes sonoras. São dez temas de puro rock alternativo. O processo musical dos Skypho remonta a 2000, quando a banda foi formada. Após algumas alterações nos elementos, o line up estabilizou com o Carlos Tavares (voz e guitarra), Ricardo Fontoura (bateria), Ricardo Aguiar (baixo), Hugo Sousa (guitarra), José Vidal (guitarra) e Hugo Oliveira (percussões).

Parcerias

 
A Trompa Triciclo NAAM Ride The Snake Larvae Records

Parcerias Software Livre Audio

 
Rivendell - Radio Automation Mixxx - Free DJ Mixing Software Paravel Systems

Contactos

Manuel Melo
Av. D. Nuno Álvares Pereira, 215
Apartamento 23
4750-324 Barcelos

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Telefones: 253 044 720; 933 595 923

Não esquecer: se for para tocar no programa, devem enviar formato físico ou faixas audio digitais em qualquer formato (de preferência com o mínimo de compressão).
O software de automação do Sinfonias de Aço é dedicado e não toca streamings.