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Vídeo realizado por Rodrigo Pedras
Styling e Direção Criativa por Inês Mojo
Música produzida por João Sampayo
Letra por Carmo Braga da Costa
Composição por MANILA
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Frida
Não gosto desta melodia
Faz-me lembrar o ponto de partida
E sei que tou bem
Mas quero ir lá
Espreitar,
Meter o dedo na ferida.
Frida, musa, deusa, boss, inspiração infinita
E eu? Sem nada de que me queixar.
Podes-me abandonar?
Virar o barco e nunca mais voltar
Partir-me o coração pra eu cantar
E quem ouvir sentir a dor
Que eu senti
Quando tu (a fingir) foste embora.
Vai lá que eu não nasci pra prosa
Eu nasci pra ser caótica
Mas tu cobris-te-me de rosas
E eu ouvir dizer
Que a paz nunca fez rimas notórias
Assim não vou ficar pra história
Tou farta de telepatia
Faz falta um pouco de agonia
Será só aparato se de facto
Deitar cá pra fora, o que eu sinto agora
Não.
As pistas todas sentido farão.
Picava o dedo, língua no varão.
Gritas de medo, mas será em vão.
Em vão, em vão, em vão, em vão.
Eu nasci pra ser caótica
Mas tu cobris-te-me de rosas
E eu ouvir dizer
Que paz nunca fez rimas notórias
Assim não vou ficar pra história
Se tu fores embora
Deito tudo cá pra fora
Teço a dor numa memória
Faço minha a tua história
Eu carregava a dor
Faz-me esse favor
Vai-te embora vai-te embora amor
Eu não mereço
Eu não mereço
Eu nao mereço
Eu nasci pra ser caótica
Mas tu cobris-te-me de rosas
E eu ouvir dizer
Que paz nunca fez rimas notórias
Assim não vou ficar pra história
Eu nasci pra ser caótica
Mas tu cobris-te-me de rosas
E eu ouvir dizer
Que paz nunca fez rimas notórias
Assim não vou ficar pra história









