Letra:
é ver descer mais uma vez
as estrelas que me tornam pequeno
é percorrer na penumbra
uma rua que há quem tome por sua
o não saber que se diga
o adensar da intriga
um é a vida
ao que uma pessoa se obriga
quando se sente mesmo mesmo sozinha
e está tudo tão perto, perto, perto
quase que vence o aperto
perto, perto, perto, peito feito
mas já não aguento
tento, tento, tento, eu juro que tento
o tecto, o peito, o jeito falta
e o que resta
por si só não basta
tenho uma planta no quarto
quase a acusar sequestro
leva uma vida deslavada
sempre nela me revejo
e vejo as ruas calcetadas
com o meu olhar alcatroado
é estranho escrever sempre o mesmo
mas só isto de mim escapa
é que está tudo tão perto, perto, perto
quase que vence o aperto
perto, perto, perto, peito feito
mas já não aguento
tento, tento, tento, eu juro que tento
o tecto, o peito, o jeito falta
e o que resta
por si só não basta
é que está tudo tão perto
quase que venço o aperto
perto, perto, perto, peito feito
mas já não aguento
tento, tento, tento, eu juro que tento
o tecto, o peito, o jeito falta
e o que resta
por si só não basta
por si só não basta
por si só não basta
por si só não basta
///
MÚSICA:
Música e Letra - bonança
Voz e Instrumentação - bonança
Captação - Lourenço Campos
Produção - bonança, Lourenço Campos e António Miguel Serra
Mistura - António Miguel Serra, bonança
Master - Tiago de Sousa









