Diana Vilarinho - Cotovia
Instagram: @dianavilarinho
Spotify: Diana Vilarinho
TikTok: @dianavilarinho
Management/Booking: info@lazarus.agency
Lazarus
Realização: Francisco Fidalgo, Afonso Sousa
Assistente de realização: Miguel Rodrigues
Direção de Fotografia: Afonso Sousa e Francisco Fidalgo
Câmara: Afonso Sousa
Edição e Correção de cor: Francisco Fidalgo
Tratamento de Imagem: @diogo.marrafa
Direção criativa: Sérgio Onze e Miguel Rodrigues
Styling: Sérgio Onze
Produção: Adriana Rodrigues, Diana Vilarinho, Irina Chitas, Miguel Rodrigues, Ricardo Ribeiro e Sérgio Onze
Assistente de Produção: António Vilarinho
Maquilhagem: @hugofreitas.hairmake
Cabelos: @paulafranciscohairstylist - @griffehairstyle
Making Of & Fotografia de Cena: @mafaldalopess e @_lourencocardoso_
Design Gráfico: @joanafsmonteiro
Lettering: Maria João Rêgo
Look (Diana Vilarinho): @behen.studio
Um especial agradecimento a:
Simone de Oliveira
Com:
@mcarmosilva
@cremildarrodrigues
Fátima Vilarinho
Custódia Facadas
Inácia Junça
Rosália Barrelas
@ivonecaramelo
@irinafchitas
@joanaalegre.music
@cacarreuss
@beatrizfeliciofado
@drica.srodrigues
@popburmester
@shelizamirzan
@patriciatrdomingues
@inesslaureano
@ritadagama
Leonor Figueiredo
Nicole Cavaco
Carmen Cavaco
Maria Caetana Pereira
Eva Ferreira
Maria Jasmim Ferreira
Matilde Ribeiro
Madalena Costa
Sofia Figueiredo
Júlia Carvalho
Agradecimentos:
Câmara Municipal de Montemor-o-Novo
Convento de Nossa Senhora da Saudação
BUZINA BRAND
Letra: Joana Alegre
Música: Joana Alegre, Diana Vilarinho e Ricardo Ribeiro
LETRA:
São panos que são de ferro
Da própria malha do mal
Tecidos de medo e erro
E de um silêncio brutal
Caem no peso dos anos
Que nos atiram para trás
Apagam tudo de preto
Vestem a vida de luto
O dia é da cotovia
De noite o mocho assobia
Quando vos calam a voz
Daqui respondemos nós
Larila lila larei a
Larila li la lai a
Sem cara lei que mascara
A ferida que nunca sara
Maldade, orgulho doente
Achar que mulher não é gente
Tapam a própria existência
Loucura, incoerência
Homens sem amor de mãe
Hão de viver sempre aquém
O dia é da cotovia
De noite o mocho assobia
Quando vos calam a voz
Daqui respondemos nós
Larila lila larei a
Larila li la
Rasgam-se as mortalhas
E os panos são laços
Que nos unem todas
Em todos os passos
Rasgam-se as mortalhas
E os panos são laços
Que nos unem todas
Em todos os passos
Larila lila larei a
Larila li la
Quando vos calam a voz
Daqui respondemos nós!









