S. Pedro - Paracetamol

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Realização, camara e edição
Andreia Teixeira

Figurantes
João Couto
Bruno Brochado
Rodolfo Neves
André "Zé"
Tó Barbot

Local
Bocas

Agradecimentos
Aurélio do Bocas

Paracetamol não fez nada
Fui para cama cedo e acordava
A sonhar que estavas
A chamar por mim
Deste-me o teu nome e a morada
Fui à tua casa e não estavas
Perguntei se alguém sabia de ti
Disseram "cá não mora nenhuma Inês"
Mas como é que eu agora vou saber quem és?
Será que falámos mesmo alguma vez?
Sai dessa, Pedro
Não te iludas

Tenho andado a ocupar o tempo
E estou a ter aulas de culinária
Para não pensar
Em tudo o que eu acho que vejo
E mais ninguém quer acreditar
Dizem que isto é apenas um dom
Mas maldição é que é a palavra certa
Para lhe chamar
Já que eu sinto que és tão real
Mas nunca te hei-de poder tocar

Chat GPT não diz nada
Estou no meio de um conto de fadas
Esfrego os olhos a ver
Se eu saio daqui
Tendo em conta que tu não és nada
Porquê que eu estou parado na estrada
A dar quatro piscas
E a pensar em ti
Mas nem dei pela demora e vejo-te outra vez
Eu digo "vai-te embora já nem sei quem és"
Será que falámos mesmo alguma vez?
Sai dessa, Pedro
Não te iludas

Tenho andado a ocupar o tempo
E estou a ter aulas de culinária
Para não pensar
Em tudo o que eu acho que vejo
E mais ninguém quer acreditar
Dizem que isto é apenas um dom
Mas maldição é que é a palavra certa
Para lhe chamar
Já que eu sinto que és tão real
Mas nunca te hei-de poder tocar

Tu estavas mesmo à minha frente
Juro que a vi no meio de toda a gente
De repente não a vi mais

Tenho andado a ocupar o tempo
E estou a ter aulas de culinária
Para não pensar
Em tudo o que eu acho que vejo
E mais ninguém quer acreditar
Dizem que isto é apenas um dom
Mas maldição é que é a palavra certa
Para lhe chamar
Já que eu sinto que és tão real
Mas nunca te hei-de poder tocar

Categoria
Pop Songwriting Letra S