“Cupido” fala-nos de um amor que nasce quando a vida está em desalinho — quando um ainda está a aprender a ficar, e o outro, cansado de esperar… quando há promessas antigas, distâncias, medos, ou sonhos que precisam ser vividos a sós antes que possam ser divididos…
Esse tipo de amor é imperfeito não porque falta sentimento, mas porque sobra realidade. Ele pede pausa, maturidade, coragem.
Pede que se ame em silêncio, que se torça de longe, que se espere o tempo fazer o seu trabalho — ou que se aceite que talvez ele nunca volte, e ainda assim, que se guarde o que foi belo.
No fundo, um amor que chega na hora errada é uma prova: às vezes o sentimento é imenso, mas o momento é pequeno demais para cabê-lo.
Um tema do grande Carlos Alberto Moniz@carlosalbertomoniz9737 e letra de Liliana Lima
Vídeo e edição: Roberto Soares
Agradecimentos:
Vila Amor (Sandra Carneiro e Pedro Saraiva)
Arterial Studio (Ângela Costa)
Crianças participantes:
Alicia Gué
Clara Lemos
Eduardo Mendes
Eduardo Pinto
Ema Semedo
Francisco Saraiva
Inês Pires
João Pinto
Tiago Pinto
Laura Reis
Lucas Moreira
Mateus Bando
Maria Catarina Mendes
Maria Francisca Teixeira









